sábado, 5 de fevereiro de 2011

Vítima de Si

A mão que busca auxílio
Deparando-se com o vazio sem eco
Contorna as sombras ajustadas a parede.
Quem esmaece aprende a zelar
Seu sossego é o nascer do líder
Com a bússola nas mãos
Guiando a própria vida.
O coração que sofre
É conhecedor dos seus por quês.
Cala-se, cega-se, protesta para ninguém na plateia,
Todos estão ocupados demais cuidando de si.
A voz do seu âmago diz: (você) sabe bem quem é você.
Sim, és vítima aqui acolá é algoz.
Incessante paradoxo humano!
A vida ou a rua não o leva a lugar algum
Se não quiseres mudar o rumo
Se não pretende ir.

4 comentários:

Rolando disse...

oi. tudo blz? estive por aqui. muito legal. gostei. apareça por lá. abraços.

george araújo disse...

rosa flor!
q beleza, amiga!
lindo texto.

beijo
>>

Gisly disse...

Parabéns querida. Bju

Carol Araujo disse...

Vitimizar-se é tão comum. E digo assim, pois, muitas vezes, somos nós quem direcionamos as situações para o status que ela se encontra quando caímos em si.
Gostei demais dos últimos versos. É exatamente isso! Não quero concordar que é vítima quem quer, mas gosto de pensar que, dentro de uma margem, temos livre arbítrio.
O sofrimento nos faz pensar... cabe alimentar os positivos ou não.

Vc é um gênio! :D